Debaixo do Luar Que se abateu neste lugar, No qual procuro divagar, A ti, tento chegar.

 

Teu corpo forjado no Olimpo, Tua alma perdida no tempo, Fazem de ti um templo, E de mim, um tempestivo templário.

 

Tempestivos são os tempos, Fugazes vidas vivemos. Vivamos então voluptuosos pecados nestes tempos, Libertando nossas almas, destes mordazes tempos.